2 de fevereiro de 2011

Minha psicose .


Perto do fim, à beira do abismo.
Quando não há mais sentido, lanço-me sem pensar, e deixo que minhas asas façam-me voar  (se elas existirem).


Perto do fim, à beira do abismo.
Sentimentos que não posso descrever; a loucura que pertence ao meu ser, nada que faça sentido em mim.


Perto do fim, à beira do abismo.
Posso me destruir agora. 
Já não preciso ser o que concluíram, já não preciso ser o que dizem que sou, já não preciso.


Perto do fim, à beira do abismo.
Pulo de braços abertos, sinto o vento me tocar.
Fecho os olhos e repouso nos braços da morte e permaneço desejando voar .


Perto do fim, à beira do abismo.

1 Comentários:

Thaís disse...

lindo isso! adorei teu blog, to seguindo!

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