28 de agosto de 2011

Desnuda .

Não!
Me olhe nos olhos e faleça em mim
Refaça meus passos, tome meus olhos
Destrua meu coração,
Sangre em minha canção.

Em meio à tormenta, desapareça!
Em dores me esqueça,
Meu corpo se aquece com a sua distância,
Meu coração aparece, cansa e descansa.

O mais improvável é querer te ter
Seus olhos falsos,
Tornam-se fácil de esquecer.
Caminhando descalça, pensando em me perder.

Saindo em silêncio, dormente dentro de mim
A porta fecha-se, calada estarei selando o fim,
Assassino meu próprio ser, para não pecar em você,
Pecado maldoso que enfim me livra de ti.

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