4 de junho de 2012

Adeus.

A sua essência me machuca, e me despedaça, e assim me tira o chão,
Dentro de um castelo de areia que construí com minhas mãos,
Mentiras disfarçadas, um amor tão egoísta,
O seu jeito frio de encenar, de ser artista.
Acreditei em palavras que seu coração nunca disse,
Seus enganos, seu caráter, tudo uma tolice,
Infantil em meus desejos e anseio de que você fosse de verdade.
Essa sua essência cruel e tão cheia de maldade, prestes a destruir tudo,
Alertei-me a pouco deste teu jeito cruel de ser,
Que sempre me enganei com uma pessoa que nunca existiu.
Eu acreditando que o erro era meu, de não ter lutado,
Acreditei que o erro era meu, de não ter persistido,
Mas meu coração agora percebe, que valeria a pena, se a verdade tivesse existido.
Acho que este é meu modo de dizer adeus,
A sua máscara caiu, e seu caráter enganoso me despedaçou.
Meu mundo foi desconstruído, mas juntarei forças para fazê-lo de novo,
Estou num abismo sem fim, mas é do fundo que se consegue chegar ao início,
Toda dor cria um precipício, e toda cicatriz pode ter cura,
Dessa ilusão que você me fez acreditar.
E agora estou juntando os pedaços, acho que essa ilusão agora realmente acabou.

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